Conto Erótico de uma Freira em Viagem no Calor do Rio de Janeiro
A freira Magaly, filha de americanos radicados no Rio de Janeiro, veio passar umas férias na cidade Maravilhosa. Os pais tinham ido para Búzios e a jovem freira ficou hospedada no apartamento na Praia do Flamengo aonde os genitores moravam. Pleno verão no Rio, a freira que tinha 30 anos, resolveu sair para dar uma volta e, foi vestida sem a batina, ela usava uma saia azul marinho que lhe cobria os joelhos e uma blusa tipo Polo de linho branca, com plissados de renda, também branca, calçava uma sandália confortável e em uma pequena bolsa tira colo, ela levava dinheiro e documentos. Ela pretendia ir a um shopping na Barra da Tijuca, e por isso resolveu passar no canal 4, em Copacabana para pegar uma amiga de infância, professora de inglês, que morava na Av. N. Senhora de Copacabana, para acompanhá-la. O verão no Rio de Janeiro, para quem não sabe chega a 40 graus à sombra, e no ônibus lotado que a jovem freira pegou, que tinha o seu ponto final no Leblon, vinha lotado lá de Engenho de Dentro que fica na zona Norte da Cidade. Normalmente o pessoal da periferia, com os poucos recursos que tem, costumam vir com o traje para o banho de mar, já vestido, as mulheres com uma saia de praia e os homens com uma simples camiseta e às vezes um calção de futebol por cima da sunga e uma sandália havaiana nos pés. Magaly entrou no ônibus lotado, procurou um lugar para ficar, encostou-se em um banco onde uma senhora com duas crianças cortava um doze, para mantê-las sossegadas. Sem perceber, a jovem freira ficou no meio de três rapazes, que longe de adivinhar que a moça era uma freira, resolveram encostar nela, para tirar um sarro, pois, na verdade, Magaly tinha as pernas bem torneadas e uma bela bunda. No aperto do coletivo, os rapazes começaram a sacanear a moça, com o pênis duro, os rapazes, ora, um, ora outro, encostavam o pau duro nela. Magaly percebendo a intenção dos rapazes tentou sair fora, quando ela saia de um, já um outro estava durinho à sua espera! A mulher que estava com a criança, nem te ligo, estava preocupada com os filhos. As outras pessoas, passageiras do coletivo, conversavam e riam, e não estavam nem aí com o que se passava ao redor, mesmo porque, os rapazes tinham uma pinta de maus elementos. Magaly, que fora para o Colégio de freiras, justamente por ter sido violentada por um tio, que atualmente, mora na Ucrânia, com o contato do pinto dos rapazes lembrou-se de fatos anteriormente vividos por ela, sexualmente falando… E qual não foi o espanto da jovem freira quando percebeu que estava gostando do que estava acontecendo! Jairo, o mais ousado dos rapazes, com um avantajado pênis, ficou bem atrás da bunda da garota e passou a cutuca-la com o pinto. Magaly segurou com as duas mãos no pingente acima da sua cabeça e arrebitou a bunda, deixando aquele belo traseiro à vontade para aquele rapaz. Ele dava-lhe estocadas que lhe causava prazeres que há muito ela não sentia…ele estocava e ela gostava…cada vez mais…. No Colégio, ela muitas e muitas vezes se masturbava, assim como todas as suas colegas, com raríssimas exceções, às vezes, uma colega fazia siririca para a outra. Mas, um pinto assim, como estava o de Jairo, no mano a mano, com a bunda dela, fazia anos que ela não sentia. Jairo percebendo o sinal verde, levantou aos poucos a saia da moça, e com a proteção dos colegas, chegou a rasgar a calcinha da jovem freira com os dedos para poder fode-la melhor. Magaly começou a se excitar de tal forma, que mordia os lábios e quando Jairo acertava por baixo da sua bunda, a entrada da boceta, ela sentia espasmos de loucura. Com o seu comprido pinto, Jairo conseguiu sem muitas dificuldades colocar a cabeça do pau na vagina da moça, ela não aguentou e jogou o corpo para trás, tentando facilitar a entrada do pênis. Quase conseguiu…. Jairo, já desesperado, apesar de protegido pelos colegas, não conseguia penetrá-la melhor, então, não aguentando mais, ele gozou abundantemente na porta da boceta da jovem freira. Os outros colegas que faziam um escudo para ele, passaram a mão na bunda da Magaly e um outro enfiou o dedo quase até o fim na buceta dela. Magaly, quase desmaiou de prazer, quando sentiu o esperma quente do rapaz na sua bunda. O ônibus tinha atravessado o túnel e ia entrar na Avenida Atlantica. Magaly, pedindo licença, foi saindo em direção à porta, para descer, e no meio de sacolas, camaras de ar, guarda sol, e um cheiro forte de bronzeador, ela desceu do ônibus. Antes, quando virou-se para empreender o caminho da porta, olhou para o rapaz que tinha gozado nela, era um mulato de olhos esverdeados e estava sem camisa, com um calção de futebol que mostrava o distintivo do Vasco. Ele ainda estava de pau duro, ela pôde perceber… Ao passar por ela, ela ouviu ele sussurrar no seu ouvido: “Obrigado, putinha, você é demais…” Na calçada da Avenida Atlantica, onde descera do ônibus, ela olhou para o infinito azul, respirou fundo, deu um suspiro de alívio, e sentiu-se mais leve uns dez quilos. No corpo um leve frescor e no espírito uma paz que há muito não tinha. Quando chegou no apartamento da amiga, foi ao banheiro e tirando a calcinha, toda gozada e rasgada de um lado, e pensou….”perdão Senhor, a carne é fraca”.
